Festival CRIE faz a conexão entre o empreendedorismo e a inovação social
Cauã Vieira
O segundo dia do Festival CRIE começou cheio de criatividade com a mesa-redonda sobre Empreendedorismo e Inovação social. O evento que estimula a troca de conhecimentos sobre comunicação, criatividade, inovação e empreendedorismo recebeu como primeira atração do segundo dia o produtor executivo e estrategista de carreiras Rodrigo Barbosa Santiago e a consultora de empreendimentos, mentora, escritora e egressa da FAESA Drielly Schmor. A mediação do debate foi feita pela jornalista, advogada e professora da FAESA Mirella Bravo.
O Festival CRIE faz parte da 22ª Jornada Científica e Cultural FAESA. O CRIE é uma iniciativa do LACOS e do Mov.ie da FAESA e faz parte de um Projeto que conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES). O Evento reúne alunos dos cursos de Jornalismo, Design e Publicidade e Propaganda, professores, ex-alunos FAESA e profissionais do mercado.
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O papo do segundo dia foi repleto de ideias sobre inovação, criatividade e entendimento sobre o mundo do empreendedorismo. Os convidados falaram sobre o surgimento da ideia de empreender, sobre a relação da imagem pessoal e de marca, construção de networking e características sobre a mente inquieta e criativa de empreendedores.
Drielly e Rodrigo revelaram as experiências e as trajetórias da vida até o despertar da vontade de entrar no mundo do empreendedorismo. Drielly conta que, aos 12 anos, já buscava maneiras de ajudar a mãe a complementar a renda, demonstrando gatilhos da mente empreendedora. Ao final da adolescência e início da vida adulta, ela começou a trabalhar como fotógrafa e enxergava em si uma vontade de autonomia e via valor na liberdade em relação ao trabalho, o que apontava de fato o início de sua vida como empreendedora.
Rodrigo relatou que trabalhou em diversos bancos, porém via as atividades como limitantes e que não não fazia sentido estar num ambiente que restringia as ideias. O profissional de relações públicas ainda falou que a mente de um empreendedor é inquieta e cultiva ideias a todo momento. Então, para ele, sair desse ambiente foi essencial para explorar várias maneiras de empreender.
Ao longo do debate, surgiram por meio dos estudantes diversos questionamentos para os convidados. A relação da imagem pessoal e de marca foi um tema muito debatido na mesa e os alunos fizeram um questionamento que foi prontamente respondido por Rodrigo. Como lidar com a imagem pessoal e a imagem da marca? É necessário separar os dois?
A sua persona tem que ser tão bem estruturada quanto a sua marca. A conexão com pessoas ajuda a materializar o negócio
Rodrigo Barbosa Santiago
Drielly complementou a resposta de Rodrigo e ajudou no debate. Ela afirmou que a marca pessoal é essencial para fortalecer o negócio e que cada vez mais o nome da pessoa está entrelaçado com o empreendimento.
Confira abaixo o registro fotográfico da mesa-redonda “Empreendedorismo e Inovação Social” realizado pela aluna do curso de Jornalismo da FAESA Mara Lima
A construção do networking
A mesa de debates destacou a importância do networking para os empreendedores e expuseram como construir esse importante meio de relações no mundo dos negócios. Rodrigo compartilhou que é muito importante ir em eventos, conhecer pessoas e cultivar relações. O produtor executivo ainda reforçou que cultivar relações com diferentes pessoas de diferentes áreas causa um olhar diferenciado das pessoas em relação a você e ao trabalho que desenvolve. Essa conexão, consequentemente, resulta em indicações e parcerias.
Drielly afirmou a importância das relações com pessoas e indicou como fortalecer o networking para o empreendedorismo. “Conectar-se com as pessoas é extremamente importante. Criar lembranças e deixar rastros positivos fortalecem o networking, que é essencial no empreendedorismo“.
Ao final da mesa-redonda, os convidados conversaram sobre como lidar com fracassos na vida do empreendedor e destacaram a necessidade da pro-atividade. Os palestrantes destacaram que um dos maiores fracassos que o empreendedor pode ter é a não tentativa e que isso ajuda na construção da mentalidade no mundo do empreendedorismo.
A maior sensação de fracasso que um empreendedor pode ter é a de não tentar. A pro-atividade é essencial e a tentativa tem que ser feita sempre, buscando fazer o melhor trabalho possível
Rodrigo Barbosa Santiago
Drielly ressaltou também a importância de cuidar da saúde mental nesse meio e que a terapia é essencial para lidar com sensações de fracasso e conseguir se fortalecer por meio dessas situações no empreendedorismo e na vida.
A mesa-redonda foi cheia de ideais e participação dos diversos alunos presentes. Desde conversas sobre assuntos técnicos e sobre a mentalidade empreendedora, o debate foi repleto de criatividade e inspiração.
Edição: Cauã Vieira
Imagem do Destaque: Ana Clara Segatto/Núcleo de Publicidade do Lacos








