OLHARES – Línguas africanas que fazem o Brasil

Palácio Anchieta (Foto: Heitor Robers/LACOS – Núcleo de Jornalismo)

Marcelo Monfardini

A exposição Línguas Africana que fazem o Brasil, chegou no Espírito Santo no mês de setembro e reúne a ancestralidade afrodescendente com o vocabulário brasileiro. O Museu Vale, em parceria com o Museu da Língua Portuguesa e com iniciativa do Instituto Cultural Vale, leva ao Palácio de Anchieta a exibição que investiga a manifestação afro através da arte.

O projeto, que conta com a curadoria do músico e filósofo Tiganá Santana, teve inicío em 9 de setembro e estará em cartaz até 14 de dezembro. Combinando vocabulário, projeções audiovisuais e materiais como tambores e tecidos, é usado da estética da arte para passar conhecimento da cultura africana e afro-brasileira.  

(Foto: Maria Eduarda Denadai/Arquivo pessoal)

A visitante Ana Carolina da Penha Joaquim, professora de inglês e língua portuguesa, fala sobre a importância da exibição e como ela nos leva a pensar e perceber nossas heranças africanas.

Eu achei essa exposição maravilhosa, porque ela faz um resgate cultural e nós capixabas, no Brasil a gente sabe que tem uma influência africana na nossa cultura, mas a gente não faz esse momento de reflexão.

(Foto: Marcelo Monfardini/LACOS – Núcleo de Jornalismo)

Assim, com o  objetivo de manifestar a cultura, o  Núcleo de Jornalismo do LACOS lança mais um conteúdo da série “OLHARES”. A série busca mostrar o olhar singelo e profundo de alunos e alunas dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da FAESA Centro Universitário por meio de uma galeria de fotos sobre variadas temáticas. Dessa vez, o olhar é dos alunos do 2º período de Jornalismo, Marcelo Monfardini e Heitor Robers, e da aluna do 2º período de Publicidade e Propaganda, Maria Eduarda Denadai.


Imagem do destaque: Marcelo Monfardini.